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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Emilia Guerra


















































PROJETO : MEU PATRONO VISTO POR MIM


Patrono : Ariano Suassuna 
Acadêmica : Emília Guerra 
Cadeira : 04


Ariano Vilar Suassuna, nasceu na capital da Paraíba, João Pessoa, em 16 de junho de 1927, no palácio da Redenção, oitavo filho de João Suassuna, então Presidente do Estado da epóca, e Dona Rita de Cássia Suassuna. 
Viveu a infância e a adolescência num universo cultural nordestino, na cidade de Taperoá, sertão paraibano. Depois passou a morar em Recife capital de Pernambuco, onde residiu até o falecimento, em 23 de julho de 2014, aos 87 anos de idade. 
Deixou um legado inestimável no universo da arte popular. Teve a arte, como vocação e missão, ministrando aulas- espetáculo, divulgando a cultura popular brasileira. 
O seu livro PEDRA DO REINO, foi adaptado para o cinema, televisão e teatro, sempre com sucesso da crítica e de público. Além das demais publicações, de alto nível. 
Com orgulho e aprendizado, vejo meu Patrono Ariano Suassuna ser homenageado, com livros publicados, exaltando sua genealidade, Teatros com o seu nome, estátuas, palestras proferidas, direcionadas para o público de todas as idades.
Fiz circular o poema, homenageando meu Patrono, chamando atenção, para culminar no dia de hoje :

ODE AO MEU PATRONO ARIANO SUASSUNA (Emília Guerra)

Seu rei 
mandou dizer
que fez um castelo
com todas as pedras
que tropeçou nos
caminhos desbravados 
e
o castelo passou
a se chamar:
Pedra do Reino.

Um castelo literário
com poesia, prosa
e peças de teatro
e
até coisa de cinema.
Compactuando com o rei
o fiz de Patrono 
ingressei na academia
dos meus sonhos...

Acordei!
Em suma encarando
uma bela realidade
meu rei existe de verdade:

É Ariano Suassuna.
Um real literata paraibano
meu patrono na academia
contemplando minha poesia
e minhas origens também.

A que vem, este homem 
no reino da escrita?
Meu universo o acolhe
de forma bendita!

Meu manifesto
no gesto ostentado
no reino das pedras
da simplicidade
erguido na cadeira
de número quatro
na Academia de poesia
do Grupo intenção e Gestos.

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