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segunda-feira, 25 de julho de 2016

O Meu Patrono Visto Por Mim. Patrono: Graciliano Ramos Acadêmico: Elias Torres Cadeira: 11


Sinto-me honrado e privilegiado em falar de Graciliano Ramos o meu Patrono. Segundo meus parentes tenho sangue dele, porque minha avó era uma de suas primas. Foi um escritor e romancista brasileiro. O romance "Vidas Secas" foi sua obra de maior destaque. É considerado o melhor ficcionista do modernismo e o prosador mais importante da segunda fase do Modernismo.

Suas obras embora tratem de problemas sociais do Nordeste brasileiro, apresentam uma visão crítica das relações humanas, que as tornam de interesse universal. Seus livros foram traduzidos para idiomas de vários países. Seus trabalhos "Vidas Secas", "São Bernardo" e "Memórias do Cárcere", foram levados para o cinema. Recebeu o Prêmio da Fundação William Faulkner, dos Estados Unidos, pela obra "Vidas Secas".

Foi comunista e filiado ao Partido comunista do Brasil, sempre preocupado com os problemas sociais de sua época ele sofreu na carne com a escassez. Foi Prefeito de sua cidade (Palmeira dos Índios) e Diretor da Imprensa oficial e da instrução pública do Estado. Esteve preso durante 1 ano por causa da sua ideologia e sofreu muitas humilhações e percorreu vários presídios. Suas experiências e dolorosas de sua vida foram retratadas em seu livro “Memórias do cárcere” e “Vidas secas” é sua obra mais importante. Foi eleito Presidente da associação Brasileira de Escritores em 1951. Hoje é reconhecido como o Alagoano do século.

Ele teve muitos amigos e dentre eles quero destacar alguns como: Carlos Drummond de Andrade, Candido Portinari, Jorge Amado e Aurélio Buarque de Holanda.

Quero aqui compartilhar dois de seus pensamentos que muitos Brasileiros deveriam refletir:

“Se a única coisa que de o homem terá certeza é a morte; a única certeza do brasileiro é o carnaval no próximo ano”. Graciliano Ramos

“Os escritores brasileiros, e falo dos ficcionistas de agora e mesmo os do passado, podem no meu entender ser divididos em duas categorias: os que têm uma 'maneira' de escrever, e são poucos, e os que têm 'jeito', que são alguns mais numerosos. O resto é porcaria”. Graciliano Ramos

Obs: Estou repetindo esse mesmo texto por causa dos novos amigos.



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